
Greve dos professores: Os professores estão há 14 anos com os salários congelados em São Paulo. Este descaso típico mostra como a república não valoriza nem valorizará a educação no Brasil.
Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João del-Rei, MG
Em 05/03/2010, a greve dos professores de São Paulo foi declarada pelo Sindicato dos professores.
É certo que se trata de um Direito Constitucional dos Professores, mas esse é o meio mais adequado para resolver o problema?
Claro que não. A república não se interessa em que haja educação de qualidade para o povo. Educar significa abrir os olhos, ensinar a pensar. Pensadores terão o desejo natural de mudar o país. Enfim: lutar contra a corrupção política que tomou conta de tudo. Pensadores chegarão à conclusão de que não vivemos numa democracia e buscarão resolver o problema inspirando-se nos países que dão certo.
Nenhum político aceitará uma coisa dessas porque ela significará o fim da mamata, o fim de usar a máquina estatal para enriquecer as famílias particulares de políticos. Significará o fim de uma era de corrupção, de vida fácil para bandidos e vagabundos de todos os tipos.
É importante esclarecer que a greve de professores em São Paulo não é política, como o governo falsamente anunciou através da mídia. A greve é consequência de 14 anos de salários congelados.
Apesar disso, entendemos que a greve não resolve o problema salarial dos professores em longo prazo. Pelo contrário, a greve só agrava a questão porque faz o que a república deseja: deixar o povo sem educação, a mercê da manipulação da televisão e das informações mentirosas. E mais: o vilão da história, que devia ser a república por não valorizar a educação; passa ser o professor, o “homem mau” que prejudica o aluno e a sociedade para “ganhar dinheiro” a custa do Estado. Veja que inversão cruel de valores!
Nós pensamos com convicção que os professores merecem salários maiores. Salários que deveriam ser os maiores da nação, devido à importância e à dignidade do cargo. Ninguém duvida que a docência é da mais alta importância para o crescimento econômico e social do país. Mas não é assim que o governo nem o povo pensam. O Governo usa o sistema de ensino como forma de propaganda e disseminação de ideologias. Escola como meio de “políticas sociais”, “integração” e blá, blá, blá. Uma escola que “faz tudo”, só não ensina. E o povo não quer ser educado, não quer aprender a pensar, nem libertar sua consciência. O estudante quer apenas fazer amigos e conseguir um diploma para correr atrás de um emprego. Ser humano e ser livre nem passa pela cabeça deles. É um grave problema de educação que nunca será resolvido no Brasil república por falta constante de interesse de quem governa em qualquer dos três níveis de governo (municipal, estadual e federal).

Professor: não se deixe fazer de palhaço. Ensine sobre a monarquia parlamentarista nas escolas e bote terror de verdade nos políticos corruptos do Brasil.
Se os professores querem mesmo “arrepiar o governo” e forçar uma negociação, faço-lhes uma sugestão: que eles voltem para as escolas e deem aulas. Mas, ao invés de ensinar o “conteúdo programático”, que eles passem a ensinar sobre a Monarquia Parlamentarista, sobre quem foi Dom Pedro II e como o golpe militar de 15 de novembro de 1889 afundou o Brasil na corrupção e no retrocesso.
Se eles fizerem isso, eles arrepiarão os cabelos não só do governador, mas de todos os políticos do Brasil que sentirão temor de que seja posto fim na mamata republicana.
A monarquia parlamentarista é a solução para o problema da corrupção no Brasil e para a falta de valorização dos professores e do ensino. Comprovem, façam pesquisas, informem-se: as monarquias parlamentaristas lideram os três rankings mais importantes do planeta: 1) Desenvolvimento humano (saúde, educação, etc.); 2) Honestidade (combate à corrupção); 3) Democracia.









