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Insurreição Brasileira: povo tomas as ruas e exige o fim da corrupção

Insurreição

1.000.000.000 de pessoas. Isso mesmo! Um milhão de Brasileiros nas ruas, revoltados com a corrupção política e com projetos de governo sem-noção (copa do mundo), quando nós precisamos do básico: educação de qualidade, saúde e infraestrutura.

Ao contrário dos outros movimentos populares do passado, este é o primeiro que se interiorizou. Os manifestantes não tomaram só as capitais, mas cidades médias e pequenas de todo o Brasil. Está aí a novidade.

Tudo isso manifesta a insatisfação geral do povo com a nossa república, mesmo que eles não tenham compreendido que ela está no cerne de nossos problemas. O Brasileiro quer mudança radical: reforma política, fim da violência, punição dos corruptos, educação de qualidade, saúde de ponta e estabilidade econômica (diminuição de preços). Não tem nada a ver com redução de R$ 0,20 na passagem de ônibus, como a mídia quis fazer parte do povo acreditar. Tanto que as tarifas de transporte abaixaram, mas a insurgência popular continuou em todo país. O povo não quer só transporte barato, ele quer mudança real no sistema político brasileiro.

O movimento não tem líderes, é multifacetário e tem exigências das mais diversas. Enfim: demonstra uma reprovação geral do governo e dos partidos políticos. Tamanha é a descrença popular em relação aos seus representantes.

O Brasileiro está correto em querer mudanças radicais. O país é rico e pode fazê-las, desde que o povo entenda que o problema é estrutural, enfim: está na república. Ela é incapaz de sustentar governos democráticos que valorizem a ética e os interesses da nação. E a situação se torna pior pelo fato dela ser presidencialista. No presidencialismo, não se separa o Estado do Governo, eles são a mesma coisa. As consequências são devastadoras: os interesses de governo sempre prevalecem sobre os de Estado (quando deveria ser o inverso). E questões de longo prazo que precisam ser encaradas e resolvidas sempre são postergadas em prejuízo de toda nação. Por exemplo: educação, saúde, infraestrutura…

Apesar de complexo, o problema tem solução. Chama-se Monarquia parlamentarista e Constitucional. Separar o Estado do Governo é condição essencial para que os corruptos sejam punidos e, finalmente, o país comece a cumprir seus compromissos de longo prazo. Não há outro caminho possível.

O STF resistirá até o fim para não condenar o alto escalão do Estado. Motivo: ele escolhe os membros do STF e paga seus salários. Qualquer pessoa percebe que isso é feito para não funcionar. Além do mais, qual Procurador da República iria se dispor a processar um membro do alto escalão se é este que o escolhe? Se o sonho dele for ser ministro dos tribunais superiores, ao agir assim, terá fechado todas as portas… Qualquer um vê que o sistema é feito para não funcionar.

Por tudo isso, o único caminho para combater à corrupção é separar o Estado do Governo. De todos os sistemas existentes, a Monarquia Parlamentarista e Constitucional faz isso melhor.

20 de Junho de 2013: o dia que o Brasil parou. Um milhão de pessoas nas ruas de todo país. O povo exigiu o fim da corrupção.

20 de Junho de 2013: o dia que o Brasil parou. Um milhão de pessoas nas ruas de todo país. O povo exigiu o fim da corrupção.

Como citar este texto?

Nas referências bibliográficas:

MARQUES, Sebastião Fabiano Pinto (2013). Insurreição Brasileira: povo tomas as ruas e exige o fim da corrupção. Disponível em: <http://www.matutando.com/insurreicao-brasileira-povo-tomas-as-ruas-e-exige-o-fim-da-corrupcao/>. Acesso em: 24/6/2013.

No corpo do texto:

(MARQUES, 2013)

 

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