«

»

Imprimir Artigo

Porque defender a monarquia no Brasil.

Não adianta só ter “boas intenções”. Boa intenção até o diabo tinha quando revoltou-se contra D’us para ficar “livre” da “opressão” e da “tirania”. Todos os “libertadores” tem a mesma “boa intenção”. Observe que os discursos, tanto do Diabo, quanto dos maus são basicamente os mesmos!! Boas intenções abundam, mas o que importa é o resultado.

Autor: Sebastião Fabiano Pinto Marques
São João del-Rei, MG

Monarquia: mais honesta, menos demagógica.

A Demagogia é a regra da política, principalmente na república. Todos os políticos republicanos alegam defender os princípios mencionados abaixo:

a) “O bem do povo”;
b) “A democracia“;
c) “O Desenvolvimento econômico”;
d) “Políticas sociais”
e) Os “direitos humanos”

Tudo isso enche os discursos dos políticos, mas não passa de papo furado. Qualquer um já sabe.

Esses jargões fazem parte daquele blá, blá, blá que todos estão enfarados de escutar sempre que há eleições ou quando os políticos estão no palanque. Por mais que isso seja alcançado pelas monarquias com mais eficiência que nas repúblicas, não é a busca desses objetivos que a faz funcionar melhor. A monarquia tem motivos mais sólidos, mais sinceros, mais reais em todos os sentidos.

Vença os preconceitos

liberte-se

Liberte sua mente dos preconceitos.

Com certeza você já ouviu muita coisa ruim sobre a monarquia. Mas você alguma vez já parou para pensar se elas eram mesmo verdadeiras?

Existem 11 grandes mentiras sobre a monarquia no Brasil. São Elas:

1- A monarquia desrespeita o sufrágio universal;
2- A hereditariedade do Rei é um privilégio que torna os homens desiguais;
3- Liberdade só existe na república;
4- Monarquias são anti-democráticas;
5- Presidente é mais acessível que o Rei;
6- República custa mais barato que a monarquia;
7- Monarquia era a favor da escravidão;
8- A Monarquia é retrógrada, ultrapassada, contra o progresso e a industrialização;
9- A Monarquia favorece a religião Cristã Católica;
10- O povo escolheu a república no plebiscito de 1993;
11- A corrupção política nasceu na Monarquia.

Essas são as principais mentiras sobre a Monarquia no Brasil. Se você acredita em alguma delas, recomendamos ler o artigo: As 11 maiores mentiras da república no Brasil. Você ficará impressionado!

A Lei de Gérson: o mau das repúblicas, a vantagem das Monarquias.

A supremacia do interesse pessoal, o grande problema das repúblicas; torna-se fator importante no combate à corrupção e na fiscalização do bem público nas monarquias.

Pessoas sadias e normais querem levar vantagem o tempo todo. Ninguém se orgulha de fazer parte de uma turma de fracassados ou ser passado para trás. É da natureza humana querer vencer, superar e conquistar.

A vantagem pessoal é uma dessas leis que todos seguem no Brasil. Muitas vezes, ela é praticada na sua forma mais destrutiva apelidada erroneamente como “Lei de Gérson“. E isso é geral em toda sociedade, por exemplo: o fura-fila; o aluno que cola; o cidadão que suborn@ o policial; quem piratei@ CD de música, filmes e programas de computador; o espertalhão que compra “made in china” no contra-b@ndo porque é mais “barato”; o funcionário que furta materiais da empresa na qual trabalha para economizar dinheiro; o político que furta o dinheiro público para se manter no jogo; o sacerdote que engana seus fiéis para se manter no poder; o marido que trai a mulher e vice-versa, etc.

Querer levar vantagem é lei geral e todos creem ter excelentes motivos para justificar os abusos cometidos sob a égide dessa lei…

Por exemplo, durante a leitura deste artigo, será difícil encontrar alguém que esteja usando computador com software original devidamente licenciado ou de uso livre. A maioria usa software pir@t@ sem nenhum remorso de consciência e acredita ter ótimo motivo para isso. É a Lei de Gérson.

Pessoas normais gostam de levar vantagem.

Admitindo a lei da vantagem pessoal como parte da condição humana, a superioridade da monarquia fica evidente quando comparada à república:

O rei não ganha nada com corrupção, pelo contrário, perde. Não só perde dinheiro, como perde poder. E esses fatores são poderosos motivos para que o monarca se disponha a combater pessoalmente a corrupção.

Já na república, dá-se o inverso. A corrupção é a fonte financiadora das riquezas pessoais e das eleições políticas. Pedir ao político republicano que a combata, é pedi-lo para não se enriquecer e não conseguir o dinheiro que ele precisará para financiar a próxima eleição. Isso sim é utopia!

É por isso que as monarquias são mais honestas que as repúblicas. Quando o Rei é uma pessoa normal, enfim, alguém que gosta de levar vantagem, ele objetiva se enriquecer e se tornar mais poderoso. Para atingir essa finalidade, ele faz o que deve ser feito e todos ganham com isso. Na república, especialmente a presidencialista, quando o presidente busca se enriquecer e ficar mais poderoso, todos perdem…

Veja o Ranking da Corrupção Global 2011. Monarquias são mais honestas, repúblicas mais corruptas. É estatístico.

Projetos de Longo prazo são favorecidos pela forma de governo monárquica

Planejamento: monarquias pensam no futuro, planejam em longo prazo porque o cetro precisa ser passado para os descendentes do monarca. Já a república se limita à “próxima eleição”. As grandes decisões vitais para o país sempre ficam em segundo plano, salvo se render algum dinheiro agora…

Numa monarquia, os projetos de longo prazo tem mais probabilidades de serem feitos. É interesse pessoal do monarca que sua dinastia fique no poder. E, claro, como o “dinheiro é dele”, ele pensa duas vezes antes de gastá-lo. Já na república, para quê acabar obras e deixar a casa em ordem para o partido inimigo? Para quê pensar duas vezes antes de gastar o “dinheiro dos outros”? Para que planejar o país daqui a 50 anos se o que interessa é a próxima eleição?

Na república, falta interesse pessoal do Chefe de Estado para que haja um planejamento para questões que só podem ser resolvidas em longo prazo. Por isso, a saúde, a educação, a segurança pública, a previdência, os transportes, o meio-ambiente e outros que demandam anos de planejamento simplesmente são adiados. Para república, apenas a próxima eleição interessa, apenas o mais imediato. Projetos mais amplos são considerados problemas para serem resolvidos no futuro, um futuro que nunca irá chegar, pois todos os chefes de Estado só pensam na próxima eleição…

Já nas monarquias, o Rei cobra ação dos parlamentares e dos ministros responsáveis porque é a cabeça e o bolso do rei que estão em jogo. Mais uma vez, o interesse pessoal – considerado um “demônio” por muitos, é o que torna o Rei muito mais responsável, previdente e estrategista do que qualquer presidente republicano “bem intencionado”.

Violência nas ruas e traficantes fechando o comércio não deixam reis ricos e poderosos. Por isso os reis tem interesse pessoal na melhora da segurança pública, ele quer que o comércio flua com tranquilidade porque isso o torna mais rico e poderoso. Já nas repúblicas, a violência é problema seu, não dos políticos. E mais: os políticos ganham muito dinheiro com empresas de segurança privada e seguros. Ou seja: eles não tem interesse que o problema seja resolvido porque eles ganham muito dinheiro com a violência.

Se o presidente administra mal, a conta fica para o povo pagar. O presidente não responde por isso. Por pior que ele tenha sido, um ex presidente jamais responde pelas trapalhadas que fez enquanto governava. Já o Rei é diferente. Se Ele errar, é Ele que paga, é o trono dele que está em risco, é ele que pode perder a coroa. Por isso o Rei é muito mais responsável que um presidente.

Miséria não faz reis poderosos, mas compra votos na república com bolsa isso ou bolsa aquilo

Miséria, doença e ignorância popular não fazem reis poderosos.

Pense nisso e começará a compreender o porquê os monarcas têm interesse pessoal em combater essas coisas. Não fazem isso porque querem o “bem do povo”, mas porque, assim como você, o rei quer ficar mais rico e poderoso.

Já na república é bem diferente: a miséria é ótima para comprar votos. O que seria dos políticos corruptos do Nordeste sem a Miséria do Nordeste? Pense nisso e entenderá o porquê os políticos não resolvem esse problema. Há 10.000, sem computador e outras sofisticações, os Egípicios plantavam no meio de um deserto de areia. Israel, outro país no meio do deserto, é o maior exportador de laranja do Oriente Médio. Qual é o problema do Nordeste? Não é falta de tecnologia nem de terra boa. O problema é a república presidencialista, a miséria gera muita renda para os políticos espertalhões.

Além disso, a Miséria é ótima para comprar votos. Ela forma currais eleitorais. Alguns comprados ilicitamente com promessa de baldes de água, sacos de cimento, dinheiro e etc. Outros já são comprados dentro da lei com o bolsa-família, o bolsa telefone, o bolsa isso, o bolsa aquilo, as quotas em universidades para negros e pobres, os FIESes da vida e os festejos populares como o Carnaval, a Copa do Mundo e por aí vai.

Charge: compra de voto

Compra de voto: ela pode ser feita ilegalmente como mostrado na charge ou legalmente através de programas sociais com fins eleitoreiros.

Burrice e ignorância são as melhores armas para manter o povo “domesticado” para votar nos candidatos que aparecerem mais “bonitos” na televisão. Tem mais: não há “oportunidade” melhor de fraudar obras públicas do que em mega obras de construções. Felizmente, muitas delas são feitas pela metade já com o intuito maquiavélico de garantir um bom motivo para desviar mais verbas para elas posteriormente…

Falta de educação e Miséria são as molas da república. Os políticos ganham rios de dinheiro com isso. É utopia esperar que eles façam algo para mudar o que os enriquece e os tornam poderosos. Já o Rei não ganha nada se o povo for inculto e miserável. Por isso, as monarquias investem mais em educação e no bem estar das pessoas.

E mais: dinheiro mal gasto numa monarquia, é dinheiro do rei mal gasto. Ele não quer isso! Dinheiro mal gasto na república, é dinheiro dos outros que é desperdiçado(seu dinheiro). E quem se importa com dinheiro dos outros? Ninguém!

A Rainha Elisabeth viaja de avião através de linhas aéreas que fazem voo comercial, assim como qualquer outra pessoa que viaja de avião. Vai na primeira classe, é verdade, mas utiliza o mesmo avião que você! Já a presidente Dilma torrou 400 milhões para viajar num super avião de luxo feito sob medida só para ela! Quando o Lula, em 2005, torrou 56 milhões de dólares para fazer o Aerolula, outro super avião de luxo, a FAB justificou que o investimento valeria a pena porque o avião serviria aos presidentes nos próximos 30 anos! Como você acabou de ver, em menos de 10 anos, ele já foi descartado para se torrar mais 400 milhões de Reais num novo avião. Na república, ninguém tem dó do dinheiro público, porque ele é visto como dinheiro dos outros! Na monarquia, o rei vê o dinheiro público como sendo dele e, por isso, ele economiza.

Como toda pessoa normal, o Rei quer levar vantagem e pensa duas vezes antes de gastar o próprio dinheiro. Já o presidente não liga para isso. Para que economizar dinheiro dos outros?

O que o monarca ganha com um sistema tributário tão avacalhado e complexo como o brasileiro? Nada. Pelo contrário, ele perde. O Rei sabe que os empresários ficam travados e pouco competitivos. Em longo prazo isso prejudica a economia e, lógico, o bolso do rei, parte mais sensível do corpo do Rei e das pessoas em geral.

Na república o importante é o agora e as próximas eleições. Então, não interessa pensar no futuro de ninguém; nem dos empresários, nem do país. Sem contar que é justamente a complexidade tributária que favorece a fraude nas licitações… Mais uma vez, para que o político republicano irá combater o que o enriquece? Isso sim é utopia! Para se ter ideia, as obras do PAN foram superfaturadas em 1500% (Matéria: COB reelege Nuzman ‘secretamente’). Vou repetir: mil e quinhentos por cento! Os corruptos ganharam muito dinheiro. Para que eles vão querer mudar o que os enriquece?

Cresça, amadureça, deixa de ser bobo e sonhador. Entenda esta Verdade: todos querem levar vantagem. Todos querem se dar bem. Isso é normal, é ético, é certo e está de acordo com nossos instintos mais básicos. Errado é querer levar vantagem a custa da desgraça dos outros como acontece na república.

Noruega, Dinamarca e Reino Unido são exemplos de monarquias que investem em tecnologias limpas. Esses países não fazem isso pelo “bem da humanidade”, mas porque a dinastia reinante sabe que sem meio ambiente saudável não é possível passar o cetro para os descendentes. Já as repúblicas manifestam pouco interesse no assunto, salvo, claro, próximo ao período das eleições. Mas tão logos elas passam, os políticos esquecem os discursos. Aliás, esta é a filosofia das repúblicas: para que pensar no futuro se tudo termina nas próximas eleições?

O Meio ambiente é melhor preservado nas monarquias

Ainda temos um problema muito mais sério: Sobrevivência da espécie humana. Ela está ameaçada gravemente por falta de condições ambientais favoráveis no futuro: a) falta de água; b) excesso de poluição; c) nível do mar; d) envenenamento da terra, das águas e do ar; e) clima. Para não citar todos. O combate desses problemas exige políticas de longo prazo que jamais serão feitas no Brasil república por absoluta falta de interesse pessoal. O Congresso Nacional está repleto de deputados que são proprietários de fazendas de soja e boi, sem contar, as madeireiras. Utopia é querer que eles deixem de destruir nosso futuro para deixar de se enriquecerem… E, infelizmente, a solução desse problema não pode esperar mais 121 anos. Ou agimos agora ou nossos descendentes morrerão e, inclusive, toda cultura humana neste planeta. Ironicamente, o acordo do clima em Compenhage (2009) falhou porque duas repúblicas (China e Índia) se negaram a abrir mão do interesse financeiro de curto prazo em troca da sobrevivência humana em longo prazo!

O parlamentarismo funciona melhor nas monarquias

O parlamentarismo é o melhor sistema político para separar o Estado do Governo e, consequentemente, evitar que o governante use a máquina estatal em benefício próprio. Se você não conhece a diferença entre Estado e Governo, recomendo ler o artigo: Estado e Governo: porque separar. Nele explico o que é o Estado, o que é o Governo e como eles funcionam no parlamentarismo e no presidencialismo. Também cito vários casos reais para você perceber como a mistura entre Estado e Governo é prejudicial para a nação. O artigo também explica porque o parlamentarismo funciona melhor nas monarquias.

Se você gosta de levar vantagem, apoie a monarquia.

Portanto, a monarquia funciona melhor no Brasil por causa da tendência do brasileiro de querer levar vantagem em tudo. Esse argumento não apela para “sentimentos elevados”, nem para utopias do tipo “conscientizar a todos”.Baseia-se em algo simples que as pessoas entendem: o interesse pessoal, o “próprio umbigo” como diz o povo.

Quando os empresários e o povo começam a perceber que não é só o Rei que ganha com a monarquia, mas eles mesmos; eles também começam a gostar da ideia. Por quê? Porque todos querem levar vantagem, lógico!

Seja para o bem ou para o mal, a última coisa que as pessoas pensam é nos outros, e, por consequência, no “bem de todos” e no “bem da nação”.  Palavras que os políticos republicanos adoram colocar nos belos discursos que fazem. Entretanto, só conversa e “boas intenções” não garantem serviços públicos de qualidade, nem ordem social, nem Justiça. Para provar isso, basta andar na rua e olhar ao redor. Falta saúde, falta educação, falta segurança, falta Justiça ao mesmo tempo sobra canalhice e falta de ética.

A Ética é importante? Lógico que sim. Aristóteles escreveu a “Ética à Nicômaco”. Livro excelente que recomendo a todos. Mas, querer que as pessoas em geral sejam éticas e, simultaneamente, deixem de “levar vantagem” é utopia! Isso não funciona na prática. Se você tem mais de 12 anos, tem maturidade parra entender que Papai-Noel não existe! Todos querem levar vantagem!

Por isso, é preferível uma monarquia parlamentarista. Nela, o interesse pessoal do Rei produz mais resultados sociais positivos do que todas as “boas intenções” republicanas! O Rei não precisa ser bom, nem justo, nem um santo para administrar conforme deve, basta ele seguir seus instintos, assim como você. Basta ele ser sudável e querer levar vantagem que o resto segue o seu curso. Evidentemente, se o Rei for sábio e justo, melhor ainda, mas isso não é requisito para que a monarquia funcione bem. Já na república, ou o presidente é um Santo ou todos pagam a conta…

Aos defensores da república faço um desafio: Expliquem como a república pode funcionar no Brasil sem apelar para utopias do tipo “sacrificar-se em prol da nação”, “conscientizar a todos”, “realizar o bem de todos” e etc. Coisas que já estamos cansados de saber que contrariam a natureza de nossa cultura e que não funcionam na prática por aqui.

Estatisticamente, a Monarquia supera a República de goleada, confira:

Pela Volta da Monarquia- Honestidade:

Dos 10 países mais honestos do planeta em 2011 e 2012, 7 são monarquias. 70% do ranking. Apenas 3 são repúblicas.

Resultado semelhante, ocorreu também em 2010 e nos anos anteriores.

- Desenvolvimento Humano:

Dos 10 países com melhor Índice de Desenvolvimento Humano, 7 são monarquias. Os outros são repúblicas.

Dos 10 países com menor Índice de Desenvolvimento Humano, todos são repúblicas, 8 presidencialistas e 2 semi-presidencialista.

Duvida? Então veja o Índice de Desenvolvimento Humano – IDH 2011 e comprove.

- Democracia:

Dos 10 países mais democráticos,  7 são monarquias e os outros 3, repúblicas. Não acredita? Clique aqui e veja.

Para refletir:

pensando

Quem pensa sabe: monarquia é melhor!

* Quantas monarquias há no mundo? Apenas: 44 – 21% dos países
* Quantas repúblicas há no mundo? 164 – 79% dos países.
Apesar disso, as monarquias lideram no ranking dos 10 mais honestos, dos 10 mais desenvolvidos e dos 10 mais democráticos, enquanto as repúblicas lideram o ranking dos 10 mais corruptos, dos 10 menos desenvolvidos e dos 10 mais ditatoriais. Coincidência? Certamente não.

Desde o início do século XX, das 14 nações que mantiveram regimes democráticos, 11 são Monarquias, 78,5%. As outras 3 são os EUA (República presidencialista) , San Marino e a Suíça (Ambas repúblicas parlamentaristas). Após a II Guerra Mundial, somente 21 países (12,2%) daqueles que existem hoje, mantiveram regime democrático ininterrupto desde 1945. Destes, 14 (66,7%) são Monarquias.

Ou seja: é notória a precariedade da república presidencialista para manter a democracia.

O sistema mais apto é a Monarquia Parlamentar, seguida com dificuldade pela República Parlamentar. A Democracia é a exceção nas repúblicas presidenciais.

Conclusão

Se você gosta de ser um ótário feliz, seja republicano, os políticos corruptos lhe agradecem.

Entretanto, se você gosta de levar vantagem em tudo, apoie o retorno da monarquia ao Brasil.

Como citar este trabalho?

Nas referências bibliográficas:

MARQUES, Sebastião Fabiano Pinto (2008). Porque defender a monarquia no Brasil. Disponível em: <http://www.matutando.com/porque-defender-a-monarquia-no-brasil/>. Acesso em: 04/04/2013.

No corpo do texto:

(MARQUES, 2008)

Link permanente para este artigo: http://www.matutando.com/porque-defender-a-monarquia-no-brasil/

4 comentários

Passar directamente para o formulário dos comentários,

  1. Pedro Magnus

    “Na monarquia, o rei vê o dinheiro público como sendo dele e, por isso, ele economiza.”

    Como assim o dinheiro publico é dele?

  2. Sebastião Marques

    Primeiro: o dinheiro público não é do rei, é público. Ele apenas o vê como se fosse dele.

    Por exemplo: imagine uma empresa de responsabilidade limitada com um sócio administrador detentor de 100% das cotas. Juridicamente, o capital integralizado é da empresa e não do sócio.

    No entanto, esse sócio-gerente administra a empresa com muito mais carinho e responsabilidade do que um gerente contratado. E o motivo é bem simples: o sócio-gerente vê o capital da empresa como se fosse dele (apesar de não ser) e administra com muito mais empenho.

    O Rei é semelhante a esse sócio-gerente: Apesar do “capital” não ser dele, ele vê como dele, e, por isso ele é mais cuidadoso e responsável. Até porque se o país quebrar, SERÁ A CABEÇA DELE QUE ROLARÁ DA GUILHOTINA.

    Numa república, se o país gastar irresponsavelmente e quebrar, os presidentes não respondem por isso, nem são punidos.Eles continuarão com o patrimônio bilionário que formaram para si. E o povo terá que pagar a conta.

    Atenciosamente,

    Sebastião Marques
    http://www.matutando.com

    Esse sócio

  3. cristiano

    Amigo, gostei bastante do texto, mas tenho um questionamento: como se daria a escolha de um monarca para o Brasil?

  4. Sebastião Marques

    O primeiro da Linha sucessória tradicional: Dom Luiz de Orleans e Bragança.

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Pode usar estas HTML tags e atributos: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Atenção: todos os comentário são moderados. Leia nossa política de publicação.